Heelys: o tênis com rodinha que virou moda no país

Heelys: o tênis com rodinha que virou moda no país

Os tênis com rodinhas retornaram à moda no Brasil no ano passado. Se considerarmos que a criançada está muito fissurada em celulares e videogames, parece uma boa ideia incentivar a atividade física através desses calçados. Mas existem alguns cuidados a serem observados.

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Calçados minimalistas são melhores que os tradicionais na hora de correr?

Calçados minimalistas são melhores que os tradicionais na hora de correr?

Calçado minimalista é aquele que apresenta mínima interferência com o movimento natural do pé devido à sua grande flexibilidade, baixo drop (diferença de altura do calcanhar até a ponta do tênis), leveza e ausência de dispositivos extras de controle motor ou estabilidade.[1] Esse tipo de calçado vem ganhando popularidade nos últimos 12 anos como uma alternativa aos tênis convencionais.

Normalmente são proteções para os pés contra os perigos do solo, mas nada mais do que isso. Seus solados são muito flexíveis, não têm suporte para o arco plantar, e muito pouco material entre o pé e o chão (Figura 1).

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A Febre de Chikungunya

A Febre de Chikungunya

A Febre de Chikungunya (esse é o nome completo da doença) é causada pelo vírus Chikungunya (CHIKV), transmitido pela picada de fêmeas infectadas dos mosquitos Ae. Aegypti e Ae. albopictus (Figuras 1 e 2). Há ainda a possibilidade de transmissão vertical, ou seja, durante o parto, o que muitas vezes provoca infecção grave no recém-nascido. O vírus foi isolado inicialmente na Tanzânia em 1952, havendo relatos de surtos em vários países do mundo desde então. [1]

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Dor cervical e a coordenação cervico-ocular

Dor no pescoço (ou cervicalgia) é um problema comum, encontrado em 71% da população em geral ao redor do mundo(1). Normalmente busca-se encontrar debilidade nas funções musculares, neurológicas ou de algum tecido conectivo (tendão, ligamento etc.), quando não há histórico de lesões traumáticas.

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Hérnia de disco e os casos de regressão espontânea

Hérnia de disco e os casos de regressão espontânea

O diagnóstico de hérnia de disco, verificado através de exames de imagem, costuma assustar as pessoas. Apesar de a cirurgia ser importante em casos específicos, ela não é regra: 60 a 90% das hérnias discais podem ser tratadas conservadoramente (sem intervenção cirúrgica) com sucesso (1,2). Vale ressaltar que muitas vezes os resultados do tratamento conservador são satisfatórios mesmo em pacientes com discos extrusos ou déficits neurológicos (3,4). Estudos da década de 80 já apresentavam séries de casos em que havia regressão espontânea de hérnias de disco (5,6).

Numa revisão (7) da literatura científica sobre o tema publicada em 2015 na revista Clinical Rehabilitation, um grupo de pesquisadores taiwanês identificou 361 casos de hérnias de disco lombares. Esses estavam divididos em 60 discos abaulados, 93 protrusões, 154 extrusões e 54 discos sequestrados. O sistema de classificação utilizado pelo estudo foi o da força-tarefa composta pelas Sociedades Norte-americanas da Coluna, de Radiologia da Coluna e de Neurorradiologia (8), e as frequências de redução de tamanho desses discos após a regressão espontânea foram as seguintes:

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A corrida silenciosa

A corrida silenciosa

Lesões nos membros inferiores são muito prevalentes durante a prática de esportes. Cerca de 77% das entradas de atletas de elite em hospitais estão relacionadas a esse tipo de lesão(1). Um estudo com 1512 praticantes de atividade física regular demonstrou frequências de lesões em tornozelo, musculatura posterior de coxa e joelho de 38%, 36,5% e 30,1%, respectivamente (2).

Uma das características do exercício que vem sendo relacionada a lesões é o impacto do membro inferior no solo durante as atividades, o qual tem sido avaliado através do som que o indivíduo produz ao tocar o chão no salto ou na corrida. E os resultados de orientações nesse sentido vem se mostrando favoráveis.

Por exemplo, num estudo com 1041 mulheres que receberam orientações de aterrissar silenciosamente durante sua prática desportiva a taxa de lesões do ligamento cruzado anterior do joelho foi 88% menor!

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