Dor crônica parte 2: você tem medo do movimento?

Dor crônica parte 2: você tem medo do movimento?

Faz tempo que você está sentindo alguma dor no corpo? A dor crônica é definida por uma duração maior de 3 meses, e conhecida por interferir nas atividades de vida diária, sejam elas laborais ou domésticas. Sabe-se que é um problema global; que afeta todas as idades (sendo mais prevalente em idosos), e que reduz a qualidade de vida por limitar a participação social.

Leia mais

Dor cervical e a coordenação cervico-ocular

Dor no pescoço (ou cervicalgia) é um problema comum, encontrado em 71% da população em geral ao redor do mundo(1). Normalmente busca-se encontrar debilidade nas funções musculares, neurológicas ou de algum tecido conectivo (tendão, ligamento etc.), quando não há histórico de lesões traumáticas.

Leia mais

Fibromialgia e a microbiota intestinal

Quantas pessoas do nosso convívio nunca se queixaram de alguma dor? Dor nas costas, no pescoço, na lombar, debaixo dos pés, “dor cansada”, “dor fina”… Tem gente que sente dores em tantas partes do corpo que já imaginam “acho que tenho fibromialgia”. Será?

Leia mais

Hérnia de disco e os casos de regressão espontânea

Hérnia de disco e os casos de regressão espontânea

O diagnóstico de hérnia de disco, verificado através de exames de imagem, costuma assustar as pessoas. Apesar de a cirurgia ser importante em casos específicos, ela não é regra: 60 a 90% das hérnias discais podem ser tratadas conservadoramente (sem intervenção cirúrgica) com sucesso (1,2). Vale ressaltar que muitas vezes os resultados do tratamento conservador são satisfatórios mesmo em pacientes com discos extrusos ou déficits neurológicos (3,4). Estudos da década de 80 já apresentavam séries de casos em que havia regressão espontânea de hérnias de disco (5,6).

Numa revisão (7) da literatura científica sobre o tema publicada em 2015 na revista Clinical Rehabilitation, um grupo de pesquisadores taiwanês identificou 361 casos de hérnias de disco lombares. Esses estavam divididos em 60 discos abaulados, 93 protrusões, 154 extrusões e 54 discos sequestrados. O sistema de classificação utilizado pelo estudo foi o da força-tarefa composta pelas Sociedades Norte-americanas da Coluna, de Radiologia da Coluna e de Neurorradiologia (8), e as frequências de redução de tamanho desses discos após a regressão espontânea foram as seguintes:

Leia mais